São Paulo, 14 de fevereiro de 2016
Fundação Maurício grabois

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  • Da outra estação
    "O mais importante no poeta Aidenor Aires é sua lucidez. A sua constante vivacidade em traduzir o fato-homem em íntima relação com o acidente-vida", Hugo Zorzette. "Os recursos metafóricos saltam-lhe dos sentimentos com prodigalidade e ele busca símbolos, figurações originais que se irmanam de forma segura para efetivar o que pretende", Nelly de Almeida. "Aires é um fortíssimo inventor de metáforas, isto sim", Gabriel Nascente.
    28.01.2016

  • A Lua

    08.01.2016

  • Monólogos de Satanás
    Quando traduziu (e, portanto, adaptou) clássicos da poesia sobre a liberdade, em 1967, Edmundo Moniz tinha o pensamento voltado para o Brasil que atravessava um período sombrio de sua história, após o golpe militar. Quando o poema épico de Milton é publicado em 1667, o autor está em sua última fase da vida, preso, pobre e cego. Os ideais puritanos de liberdade e independência que o levaram ao cárcere, estão personificados no "anjo rebelde" orgulhoso, corajoso e ambicioso de "Paraíso Perdido". O contexto da guerra civil inglesa e do absolutismo monárquico permeia os versos.
    20.01.2016

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